quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Concreta nostalgia...



Tipo de nostalgia com cheiro,
 Olhos, passos e danças...

Essências de um tempo, 
Que nem o próprio tempo 
É capaz apagar...

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Me acalma...




E ao fim de tudo se eu ainda souber respirar,
Que seja um pedaço de calmaria o meu refúgio...
Pois crio força a cada turbilhão que enfrento,
E esqueço por tanto tempo como é importante ponderar.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Uma volta da janela...



De hora em hora passa o trem,
Pra lembrar que existe vida no silêncio que rodeia...
Da janela vejo luzes que acendem a escuridão...

Pelo vento vem fumaça, que fabrica pela noite
Tantos sonhos que se perdem nesse tempo que divide
O ontem do amanhã, uma noite lá se vai....

domingo, 14 de outubro de 2012

Nova onda...



Hoje eu acordei sem rumo,
Vou ver o sol de um outro cais...

Eu vou olhar pra outros amores,
Me apaixonar bem mais devagar...

Não tenho pressa pra desilusão...
Vou me enganar com o meu melhor.


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O quinto de setembro...





Que nossos sonhos sejam menos sonhos e mais realidade...

Que a realidade seja mais leve, e as tristezas sejam mais breves.

Que os sorrisos não tenham pressa em largarem nossos lábios,

E nossos lábios sejam amor a cada beijo jogado ar...

Que os corações fiquem mais puros, se desapeguem das velhas mágoas.

Que haja mais carinho entre nós, todos nós, sem pré ou preconceito...

Que sejamos mais calmaria para aprender abraçar a vida,

E se a vida nós querer tão bem, como eu acho que ela quer...

Só cabe a nós ajudá-la, a ser uma verdade mais sorridente,

Seguir em frente, mantendo os os sonhos mais acordados.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

As que não caem...




As lágrimas que nem sempre caem,
Mesmo que chorando esteja,
O grito não chega aos surdos...
Hipocrisia chama o cabresto de hoje em dia.

Os sentimentos que vagam só,
Saem de mim, rebatem em nada,
Voltam assim, mais fortes...
Vão se nutrindo pelo caminho,
Se alimentam sei lá do que.

Eu vou seguindo me afundando...
Ao meu redor eu vou contemplando
Esse silêncio que doí a alma...
Que já não chora de tão cansada,
As suas lágrimas que já não caem.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Cinco noites e cinco dias...





Eu me senti exausta por não saber pra onde ir...
Tantos soluços chorando a Deus pra me levar daqui...

Eu vi o céu cair, e o chão sair do caminho dos meus passos,
Sem rumo, segui na direção do meu pior avesso...

Não tenho um colo pra embalar meu pranto,
E o meu peito não quer saber... Expulsa!

E tanta água que lava os olhos, que a menina afoga...
Mas eu que morro no tic tac que não desgasta
A minha dor de ser tão só.