quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Rodopiando felicidades




A sorte que tenho é que a felicidade sempre volta,
Para me fazer dançar...
Em rodopios dos mais lindos ventos, muda o destino,
 Tudo irá melhorar...
É a certeza que me acalma a alma.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Capuz do medo





Sem dúvidas nós somos o que há de mais complicado... Pessoas!
Nunca nos entendemos, e como se já não bastasse
a guerra do autoconhecimento... Ainda há outros... Outras. Pessoas!

Passamos a maior parte do tempo tentando entedê-las
O que sentem? Por que sentem? Por que não sentem? Será que sentem?
Também não sei...

Mas acho que todos carregam consigo algum tipo trava sentimental, daquela que acha que protege...
A gente tenta se proteger, e essa proteção toda, talvez machuque mais do que qualquer outra coisa...
Essa proteção é o capuz do medo. Medo de se machucar...
Somos pessoas com medo de outras pessoas... Irônico não?

Posso apenas falar de mim, do que sinto... Cada um sabe melhor do que ninguém o que sente.
Mas há tanta semelhança quando se fala sobre sentimentos, anseios e dúvidas...
Estamos meio que no mesmo barco, tão afobados tentando não se afogar, que não notamos quão rasa é a solução...

O que digo não é só pra você caro amigo,
também estou desesperada buscando um chão que não existe...
Mas por que? Não precisamos dessa autoafirmação toda de porto seguro...
A vida não nos dá esse direito... Ela apenas nos joga...
E provavelmente seja exatamente pra isso mesmo, se jogar.
Destruir essas travas, sentir como deve ser sentido...
Se entregar, sem medo do " E se..." .

Porque se machucar é inevitável, mas passa...
O que não passa é o nó na garganta das palavras não ditas.
O aperto no peito que cresceu com o abraço que não foi dado.
A angústia da despedida mal feita, do sorriso amarelo, da chance perdida...

O que não passa, é o que o capuz que o medo criou,
Essa proteção que não machuca só o que vem de fora,
Mas também aprisiona tanto dentro de nós...
Que estrangula a liberdade da nossa alma.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Pare!





Se não puder me acompanhar, não me siga!
Sou feita de sentimentos, daqueles mais intensos...
Sou um extremo a pulsar por aí,
Ciente que poucos poderão me alcançar.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Qual amor...



Aquele tipo de amor que te tira o sono,
Que te mata a fome, que te deixa louca.
Faz perder as horas, o juízo e a direção...

Sem dar nada em troca, a não ser a prova que o amor existe.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Mesmo assim...



Mesmo assim sou saudade,
Mesmo assim voltaria no tempo,
Para andar os mesmo trajetos...

Mesmo assim amanheço,
Com cheiro de nostalgia
Batendo na porta...

Eu sinto saudade até de alguns erros,
Eu sinto saudades...
Até de você.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Crises de Janeiro




Uma volta pela rua,
Indo pra lugar nenhum...
Como se ainda fosse ontem.

Me perco e me acho 
Tão longe de mim,
E do que eu pensava ser.

Nas ruínas da responsabilidade
Que chegou tão mansa,
E amedronta minha liberdade.

Já não sei fugir desse muro alto,
Que se construiu com o passar dos anos,
Eu só fui crescendo...

Vou me equilibrando com esse peso bruto,
Que a vida joga nas costas da gente.
Vou me liderando  com o resto de ontem,
E a esperança de um amanhã, hoje eu já não sei...

domingo, 23 de dezembro de 2012

Eu que falo com a morena...




A morena na janela
Olha o dia que transborda, 
Se bronzeia com os raios
Que o sol latente solta...

Ah morena impaciente...
Assiste o avesso de quem atravessa a rua,
E em momentos atropela
Outro pensamento que desenrola...

Se soubesse, oh morena,
Quão bonita você fica, da janela não saia...
Não largava a esperança de achar a solução.

Ah! Morena da janela, sou eu que falo contigo?
Ou me perco em devaneios?
Ao te ver tão debruçada distante de todo o resto.