domingo, 22 de janeiro de 2012

Amor moderninho....





A gente fingia que sabia namorar...
Paquera era entregar figurinha de bala com recado,
Desenhar na carteira do colégio e trocar disfarçados olhares.

A gente não sabia que sabia namorar...
Brincava com o coração achando que era amor,
E hoje a brincadeira é sabendo que não é...

A gente finge que entende esse avanço do coração,
Ou da falta de importância que foi dada a ele.
Amor moderninho.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Costume sem rotina




Vivo em crises comigo mesma,
Não é um reclame, é uma delícia...

Quero consumir cada gota do meu sentir,
Não me importa a distância que percorre.
Minha irresponsável mente volta desenfreada,
A cada pedaço de loucura não planejada...

Se fosse muito regular não teria graça,
Se eu me conhecesse em demasiado também não.



sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Descrevendo




Peço desculpas pela falta de requinte do meu humilde escrever.
Pois não sei dizer para ficar bonito...
Não enfeito, nem deslumbro o que conto.

Não me orgulho , nem uso de troféu meu papel...
Meu esconderijo são as linhas de minha escrita,
Se estiver insatisfeito o virar de página é serventia da casa.

Pois toda fantasia que há é minha, nada é mentira...
São surtos em que sou sucumbida, então chego a conclusão
De que se não gostar dessas simples linhas, de mim também não gostará!


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Defeito dos bons...





Não me prejudiquei falando a verdade,
Fui prejudicada por quem não suportou ouvi-la..
Nesse mundo doido sinceridade virou defeito.



segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Diferença...




Por vezes me acho tão diferente,
Que me sinto excluída... Às vezes é triste. 
Mas em grande maioria me orgulho,
Em não parecer com certo tipo de gente.



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Fim...






Se ouvir falar de mim, lembre-se... Já te esqueci.
Em algum dos pedaços de minhas mágoas passadas, você ficou...
Junto a decadência de minha inocência, você levou... 
Um pedaço do meu coração, que destruiu...

Derrubou o meu castelo, enrubesceu meus olhos
E no entanto não lhe culpo por tudo, fui eu a tola 
Que recolheu-se a cada tapa, que escondeu o gotejar das lágrimas,
E que seguiu sonhando mentiras...

Então assumo! Um tanto grande de culpa é minha.
Mas estou saindo limpa dessa nossa história mal sucedida.
Eu aprendi, não adianta mil chances...
Quem nasceu sapo não vira príncipe encantado.

Dos contos de fadas, levo apenas as lembranças das histórias de infância.