sábado, 19 de novembro de 2011

Calada fala






Ás vezes bate uma vontade
De falar mil coisas,
Que não sei dizer...

De calar em um silencioso olhar,
Daqueles intermináveis
Que não me canso de lhe dar.

Queria que me ensinasse...
O que faço quando a saudade apertar?
O que digo ao meu coração quando ele lhe chamar?


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Tropeço do sentimento






E aquele conto de fadas? Não foi! Eu fui embora.
Você não soube ser encantado...
Meu coração partido, fugindo de lembrar...

Amor a primeira vista, primeiro beijo e despedida.
Eu penso se foi mal entendido, eu penso no que pode durar,
Uma vida inteira sem acontecer...

Se não aprendeu a amar, eu não vou pagar o pato...
As chances se passaram, já tropecei outras vezes,
Por cadarço desamarrado, e não vou chorar de novo
Por um laço desmanchado...

Mas eu tenho tantas dúvidas se existem outros amores.


domingo, 6 de novembro de 2011

Meu canto...





Ainda espero por aquele que me tire daqui.
Eu sei que esse dever só cabe a mim...
Mas ainda não aprendi a me enganar o suficiente,
Para acreditar que posso vencer minha própria mente.

Nunca fui a muralha que imaginam, sempre chorei as escondidas.
Às vezes eu me sinto sem chão....
Procuro por um porto seguro, espero no meu canto escuro.
Chamado solidão.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dos meus...





Tenho poucos... 
Há os que não me entendem.
Mas sentem... Admiro.

Tenho outros... 
Que não se entendem, mas se identificam...
Admiro ainda mais.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Esclarecimento






Foi na luz do teu olhar que me perdi,
Nos embalos dos seus beijos eu cai,
Num abismo gigantesco flutuei...

Acordada em meus sonhos percebi,
Quantas coisas se passaram e eu não vi.
Nossas vidas se cruzaram por aqui...

Minha teima não deixava assumir,
Pensamentos que pairavam sob mim,
Mas o tempo se ajeita devagar,
E põe tudo que é certo em seu lugar.

Hoje tenho a certeza, 
Não duvido do improvável...
Muito menos do amor.



quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Compacto








Não entrariam espremidas em canções minhas melodias...
Nem em amontoadas palavras de mil livros,
Desvendariam os motivos do meu sorrir...
São sentimentos que não cabem em mim.